Quando os filmes crescem…

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Reparei nas últimas resenhas que postei aqui no site que, quanto mais novo o filme, em geral, mais tempo ele dura. Pensei comigo se isso seria uma tendência real, porque se fosse, mais gente teria reparado também. Pesquisei na internet e achei diversos textos dizendo sobre os filmes realmente estarem durando mais. Acredito que eles estejam ainda ficando prontos mais rapidamente. Continuar lendo

As referências de Última Mensagem

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Com o objetivo de explicar algumas referências encontradas no Última Mensagem, fiz um compilado de explicações sobre fatos curiosos e origens de diversos nomes encontrados no jogo. É uma espécie de grimório, mas com alguns adicionais que não são exatamente monstros. Aconselho a jogar até conseguir todos os finais e depois vir aqui ler sobre de onde vem essa quantidade de gente estranha. Agradeço ao Rafael Isidoro, que me mostrou a importância de fazer essa postagem.

Se você gostou desse projeto de jogo, sinta-se a vontade para contribuir com doação em qualquer quantia. O Última Mensagem é e sempre será gratuito e livre de propagandas, mas você pode me ajudar a fazer novos jogos com doações. Atualmente eu já tenho 2 projetos de jogos em andamento e pelo menos outras 10 ideias para trabalhar em projetos independentes, além de 2 ou 3 aplicações para a área médica. Mas se quiser só jogar também, fique a vontade. 🙂

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Zhong Kui Snow Girl and the Dark Crystal (2015)

snow-girls-and-the-dark-crystal-capaJá fazia muito tempo que eu não assistia a um filme chinês. O último que me lembro foi um filme com Jet Li… Mas eu diria que os filmes chineses mais recentes tem me impressionado bastante, tanto no roteiro quanto na qualidade visual. Zhong Kui: Snow Girl and the Dark Crystal (traduzido hilariamente em português de Portugal como Zhong Kui: a rapariga da neve e o cristal negro) é um exemplo de filme épico que aborda bastante da cultura chinesa. Continuar lendo

Última Mensagem: inspirado em Lovecraft, mas com ar de modernidade

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“Última mensagem” é o primeiro jogo que eu consegui lançar como, se não terminado, ao menos em finalização. Eu estava cansado de outro projeto que estou trabalhando nas férias da faculdade, denominado “Ghost Hunt” por ora, e meu irmão “mandou eu descansar”. Simples assim. O descanço durou até eu decidir fazer um jogo pequeno e simples o bastante para poder espanar as frustrações do trabalho gráfico de “Ghost Hunt”, que já estava enfadonho. Inspirado por alguns outros jogos, como “Seen”, e pelo conto interativo “Annie96 is typing…”, resolvi fazer algo com cara de aplicativo de mensagens instantâneas, vulgo “What is up”, Zipzop ou como queiram. Continuar lendo

A Mulher de Preto – Susan Hill

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Moda: capa do livro usando recursos do filme. Estrelado por Harry Potter.

“A mulher de preto” é uma história de 1983, escrita pela inglesa Susan Hill no estilo das novelas góticas. Eu cheguei ao livro após ver o trailer do filme homônimo, que me foi recomendado. Não gosto de filmes de terror, principalmente devido aos inúmeros “jump scares” que hoje se tornaram a essência desses filmes. Saudades das obras com Vincent Price… Mas em livros de terror não há esse recurso terrível, que mais brinca com o susto do que com o medo. Resolvi ler a história então, ignorando a existência do filme. Continuar lendo

O Fantasma da Ópera (1989 e 2004)

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Enquanto eu estava procurando pelo filme do Fantasma da Opera de 2004, achei uma versão de 1989. Pensei: ora, filme dos anos 80/90: (vai ser cheio de fumaça e poeira mas) pode ser bom! Não foi diferente.

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Ensaio n.3 – Memória

Errar é humano, mas na música não costuma ser desejado. Tudo bem que aprendemos com os erros, mas às vezes não é hora de aprender e só de executar uma peça. Essas horas normalmente são as horas de gravação.

Há muito tempo venho postando as músicas que gravo aqui no site (bem como no SoundCloud e agora também no YouTube). Inicialmente eu só conectava a saída de áudio do teclado no computador, começava a gravar e seja o que Deus quiser. Ao errar eu repetia o processo todo, sem salvar nada do que fora feito. A qualidade não era muito boa e descobri isso quando comprei um cabo novo com adaptadores para ligar os dois. Melhorou bastante, mas o processo ainda era o mesmo. Continuar lendo

42 Arts e novos projetos ensandecidos

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Desde a época em que comecei a aprender programação e me aventurar pelo mundo do Photoshop, tenho a intenção de fazer um jogo. Já tentei diversos sistemas como RPG Maker e Game Maker que, embora menos aprofundados, permitiam a criação de diversos tipos de jogos para computador. Recentemente comecei a planejar aplicações para Android. Passei a usar o Unity, uma ferramenta gratuita com ótimo desempenho e profundidade, assim como o próprio HTML5+Javascript, que descobri ser uma combinação muito boa para jogos que não dependem muito de gráficos.

O grande problema para mim sempre foi a arte gráfica. Depois de muitos dias insistindo, a programação fica mais fácil; ideias e enredos sempre me surgem e os anoto, já tendo várias histórias que precisam apenas de desenvolvimento e de polimento; quanto as músicas, nunca foram um problema para mim, embora não possa me gabar de nenhuma obra prima. Mas os gráficos… a edição de imagens, desenhar… gosto de fazer essa parte no começo, depois me canso.

Como fruto disso, comecei diversos jogos e não terminei justamente por estar cansado de desenhar ou de editar imagens. Já tentei pedir ajuda a colegas, mas nenhum até hoje conseguiu levar um projeto para a frente e, juntos, desanimávamos e o projeto findava-se.

Como teste, resolvi fazer um jogo que fosse o mínimo possível dependente de gráficos, que tivesse como foco a história em si, e que fosse fácil para eu executá-lo todo em pouco tempo. Pela internet vi alguns jogos que simulavam uma conversa de Messenger pelo Facebook, ou outras aplicações de bate-papo. Resolvi investir na ideia de fazer algo semelhante.

Criei diversas “empresas” para suportar meus projetos, e a da vez é a 42 Arts (uma mistura de Douglas Adams com LucasArts). Em breve, em alguns dias – ou semanas – talvez, postarei aqui mais sobre esse projeto. Por ora, falta ainda um refinamento e o famoso debug da história, com o qual o Miguel disse que me ajudaria. A grande questão agora é: será o início de uma nova era ou nada mudará? Ou seja, conseguirei finalmente fazer um maldito jogo, por mais simples que seja?

No ar

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Um beijo no olhar,
um sorriso a suspirar,
um piano a valsar.
Tudo fluía no ar.

Rimas pobres a imaginar,
o chá a esfriar,
a alegria a chorar.
Tudo fluirá no ar.

O sol, de luz, a manchar,
a roupa, da pele, se separar,
um momento a findar.
Tudo fluiu no ar.