Ultima Mensagem II e um novo projeto

Depois de um bom tempo sem publicar nada aqui, finalmente tenho notícias sobre a continuação do Ultima Mensagem. Assim como já anunciei dentro do primeiro jogo, a continuação já está em desenvolvimento. Ainda estou escrevendo a história e garanto que vai ficar bem maior que o primeiro. Enquanto isso, resolvi trabalhar em outro projeto de jogo, também baseado nos contos de H. P. Lovecraft, e que já está quase finalizado. Continuar lendo

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Se essa rua fosse minha

Ouvi na rua um coral cantando essa música. Isso foi há alguns meses, próximo do Natal de 2016, e na época eu lembrei de como “Se essa rua fosse minha” parece estar associada a minha infância, mesmo não sabendo quando ou como a ouvi. Bastou pouco tempo para pensar em gravar uma versão com o swing do jazz. E, não sei ao certo por que, me pareceu obrigatório incluir uma parte com o som daquelas antigas caixinhas de música (as vezes porta-jóias) que tocavam uma canção simples e monofônica assim que ganhavam corda.

Corpo Fechado (2000)

unbreakable-posterDurante anos eu vi o anúncio de Corpo Fechado que passava no SBT quase toda sexta-feira, mas nunca assisti. Enfim lembrei desse assunto não resolvido e decidi assistí-lo. O filme trazia nos anúncios algo sobre um homem que era o único sobrevivente de um acidente de trem. Acho estranho que as propagandas sempre falavam dessa parte, que não chega a ser a primeira meia hora do longa-metragem de 2000. Continuar lendo

De Heron e Thurnber

Trata-se de Baelbrow, escrita por E. e H. Heron em 1898. A narração acompanha Flaxman Low, um detetive paranormal na Inglaterra vitoriana, que é chamado a investigar um caso estranho que ocorrera na mansão Baelbrow. A mansão já há muito era conhecida por ser assombrada, embora a família Swaffams não se importasse em dividir o teto com a entidade. Mas algumas pessoas começam a ser atacadas sem explicação e uma empregada é encontrada morta certa manhã. Low entra em cena como um expert em casos sobrenaturais e se porta como um autêntico detetive. Ele procura pistas, prepara armadilhas, formula hipóteses e constrói, aos poucos, a explicação para o caso.

O conto parece seguir uma fórmula para encaminhar o leitor pela história. Parece algo programado e que usa mais dos esterótipos de monstros (vampiros, lobisomens, fantasmas…) ao invés de criar seus próprios ou variações. Não que isso seja ruim, pois a escrita é intensa e capaz de prender a atenção. Instiga-nos a deduzir que criatura macabra é a “culpada”. Para os que já conhecem as histórias clássicas de terror com monstros sobrenaturais, já de cara formula-se uma teoria. A cada pista ela é ajustada até que… desvendado! Só esperar o autor passar para a parte que confirma. Simples, mas muito atrativo.

Interessante que H. Heron e E. Heron são na verdade os pseudônimos de Hesketh Hesketh-Prichard e de sua mãe, Kate O’Brien Ryall Prichard. Ambos escreveram diversos contos, mais de dez apenas sobre Flaxman Low, que é considerado o primeiro detetive sobrenatural da ficção. Legal ainda que Hesketh-Prichard foi jornalista, aventureiro e explorador; publicou vários relatos geográficos, deu seu nome a espécies de plantas e animais, foi um sniper na I Guerra Mundial e escreveu um livro sobre essa “arte”. Infelizmente eu não consegui achar muita informação sobre Kate Prichard.

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O Unicórnio no Jardim (The Unicorn in the Garden) é um mini-conto de James Thurber. Fora escrito em 1939 com a intenção de ser uma espécie de fábula moderna. Ele conta a história de um homem que, numa manhã de domingo, vai contar a esposa que ele viu um unicórnio no jardim.

É uma história bem pequena e com uma moral bem humorada no fim. Agora já é domínio público e pode ser encontrada aqui: http://english.glendale.cc.ca.us/unicorn1.html

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O Lobisomem (2010)

wolfman-capaEu já postei aqui no site sobre filmes e re-makes de histórias do Drácula e do Frankenstein da Universal. Recentemente ainda falei sobre Penny Dreadful, que mistura tudo isso com bastante pimenta. Quando estava procurando sobre Penny Dreadful vi que uma das inspirações era o personagem lobisomem do filme homônimo de 1941. Achei então um re-make de 2010 com alguns atores conhecidos, incluindo Anthony Hopkins e Hugo Weaving. Continuar lendo

Não exatamente a Última Mensagem: perspectivas e dificuldades

Em fevereiro lancei o jogo Última Mensagem para Android, mas não estava preparado para o que viria em seguida. Para minha surpresa, o jogo tem se mostrado um sucesso na PlayStore, com mais de 100.000 downloads até o momento, nota 4.7 e mais de 2.500 avaliações.

São números que eu nem sonharia alcançar e certamente nutriram bastante o desejo de fazer mais jogos do tipo. Lembro que após divulgar no grupo do Facebook do Mundo Tentacular (um grupo cujo principal denominador comum é a obra de Lovecraft) eu tive 38 downloads. Fiquei imensamente feliz com isso, pulando de alegria. Sem contar as diversas sugestões e alguns relatos de bugs que o pessoal fez que me ajudaram a melhorar o jogo. Eu só não imaginava que isso fosse crescer tanto. Apenas dia 10 de junho, por exemplo, houve 6.820 downloads e eu não poderia me sentir mais realizado com tamanha aprovação. Cada +1 me mostra como é interessante para as pessoas a proposta do jogo. Mais recentemente, meu amigo Ronaldo me alertou para o fato de já haver gameplays no YouTube. Em geral, são de canais pequenos, mas são de jogadores de diferentes locais do Brasil. Isso foi um grande impacto. Ah, mas você não sabe que a internet está no mundo todo? Não sabe que qualquer pessoa pode baixar o jogo? Sim, mas isso acontecer com o MEU simples joguinho foi algo surpreendente. Continuar lendo

A Vida, o Universo e Tudo mais – Douglas Adams

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Douglas Adams foi um gênio do non-sense. Hoje, a série de livros que ele produziu, principalmente a trilogia de cinco ou seis livros do Guia do Mochileiro das Galáxias, se tornou um ícone da cultura pop. Afinal, a resposta é 42 e sempre será.

No terceiro livro, “A vida, o universo e tudo mais”, o autor continuou a história iniciada do livro anterior e terminou o arco complexo (e ligeiramente maleável) que, na minha opinião, tem tantos paradoxos temporais que eles acabam anulando uns aos outros. Melhor não pensar muito nessa parte… Continuar lendo

Dredd (2012)

dredd-capaEu já assisti um filme de 1995 com o Silvester Stallone interpretando o Judge Dredd. Sinceramente nunca li as histórias em quadrinhos, mas sei que o criador não gostou muito do filme de 1995. Não sei se ele gostou do novo filme, de 2012, chamado apenas de Dredd, mas eu gostei. Admito que, por ser um filme de ação, me surpreendeu. Continuar lendo