![horns-2013dvdplanetstorepk[1]](https://arteprogresso.wordpress.com/wp-content/uploads/2016/07/horns-2013dvdplanetstorepk1.jpg?w=584&h=825)
“Amaldiçoado” é um filme de 2013 baseado no livro “Horns” de Joe Hill. O filme estrela Harry Potter/Daniel Radcliffe (pois eu só conseguia ver como se fosse o Harry Potter) no papel de Ignatius Perrish, ou Ig. Continuar lendo
![horns-2013dvdplanetstorepk[1]](https://arteprogresso.wordpress.com/wp-content/uploads/2016/07/horns-2013dvdplanetstorepk1.jpg?w=584&h=825)
“Amaldiçoado” é um filme de 2013 baseado no livro “Horns” de Joe Hill. O filme estrela Harry Potter/Daniel Radcliffe (pois eu só conseguia ver como se fosse o Harry Potter) no papel de Ignatius Perrish, ou Ig. Continuar lendo
Há alguns meses escrevi sobre o filme “House of Usher“, baseado num conto de Edgar Allan Poe. De forma diferente, mas ainda assim evocando o mesmo estilo, há “The Raven” de 2012. O longa não é, no entanto, uma versão cinematográfica do conto homônimo do escritor.
Ao contrário de seguir a história do conto, temos o próprio Allan Poe como personagem. Acredito já ter visto anteriormente filmes assim e a série de investigação policial “Castle” segue a mesma linha no episódio piloto: um assassino em série está fazendo o que acha mais agradável imitando as mortes dos contos de Poe. Continuar lendo

Ah, Alice,
que sonho bonito e bom eu sonhei.
Mas parece que sonhei por muitos anos,
sequer me reconheço. Estranho, eu sei.
Ah, Alice,
você ainda está dormindo?
Vamos! Não podemos nos atrasar.
Já deve ser hora do jantar.
Ah, Alice,
Por que você não se levanta?
Você cresceu enquanto dormimos no jardim.
O que é isso que te aperta a garganta?
Oh, Alice,
Onde estão seus olhos verdes?
Estão tão murchos e foscos.
Parece até que tua alma perdestes.
Oh, Alice,
Me responda, por favor!
Quantos anos ficamos aqui?
Quero gritar de horror!
Oh, Alice,
Lá vem outra vez aquele gato preto enforcado.
Por que você não consegue se mexer?
Já começou o pesadelo, ouça o requiem.
É o som do abismo do corvo amaldiçoado.

Nunca tive interesse pela série de livros de J. K. Rowling, que trata da história do bruxinho inglês em seus sete livros e, creio eu, mais de duas mil páginas. Minha namorada, no entanto, é uma grande fã da série e acabou me convencendo de que os livros seriam melhores do que os filmes (que cheguei a assistir há alguns anos, mesmo sem muito interesse, até o penúltimo). Aliás, era muito mainstream.
Comprei então os livros por sugestão dela. Não apenas os sete, em edição especial, mas também outros três da autora e que são citados na série. Li, durante mais de seis meses, todos o dez livros. Muitas vezes o estresse da faculdade tinha vazão em meios capítulos folheados aos trancos e barrancos no trajeto do ônibus. Foi, coincidentemente, mágico.
A princípio pensei em escrever um pouco sobre cada livro, mas acho que pode ser mais interessante tratar dos elementos do que dos livros em si. Acredito que a série fez tanto sucesso que fazer uma resenha dos livros me daria a sensação de quem chega atrasado. Não pretendo discorrer sobre a história sem revelar os detalhes ou spoiler. Mas se você ainda não leu, essa pode ser uma boa oportunidade para começar. Continuar lendo

Quem és tu?
Quem dizes que és tu?
És o que dizes ou tenta ser?
Quem sou eu?
Sou o velho da barba de muitas cores
e o menino do coração de muitos amores.
Entrei no rio e lá fiquei,
saí um novo e diferente rei.
Sou tempo impresso,
sou mudança sem direção.
Sou revolução.
Raramente me interesso por filmes de guerra. Nunca me interessei pelos relacionados as guerras atuais ou conflitos recentes, mas os que tem como temática a Segunda Guerra às vezes chamam a atenção. Não tenho certeza se é pelo tema, pela sensação de injustiça inerente aos conflitos ou mesmo pela ambientação de anos trinta ou quarenta. Continuar lendo

Fate of Unknown é uma música do jogo Kingdom Hearts. Composta por Yoko Shimomura, eu a ouvi pela primeira vez em um vídeo do jogo, em uma versão orquestrada. Bom, eu não tenho uma orquestra… então deixo aqui minha versão em piano. Partituras disponíveis na internet, em algum lugar.
Era já quase hora do almoço, perto de meio dia e havia um cheiro de fritura no ar. Não era um bom lugar para isso, pois tratava-se de um ambulatório. Um pouco destruído, um pouco em reforma. Ninguém sabia ao certo. Em uma mesa, cheia de papéis, trabalhava o clínico renomado na cidade, Dr. Clausson. Formara-se com êxito na Faculdade de Medicina, tendo sido um dos poucos alunos a participar de todas as festas promovidas na instituição e ainda conseguir a dificílima nota de sessenta e um por cento de aproveitamento nas provas. Graduara-se depois em Análise Laboratorial de Medições Subjetivas e especializara-se em Operações Clínicas Computadorizadas. Por isso mesmo podia dar-se ao luxo de tantos papéis. A maioria nada tinha a ver com medicina, sendo muitos apenas propagandas e panfletos. Havia ainda uma ou outra revista sobre a vida de celebridades.
Observando o relógio de pulso, o Dr. Clausson ouviu baterem a porta. Levantou-se e dirigiu-se a ela. Levava consigo um prontuário onde acabara de desenhar um avião tosco na primeira página.
Abrindo a porta exclamou, ao ver o homem ali parado.
– Bom dia. O senhor é o…
– Angus, doutor, e minha mulher, Penélope. – disse o homem de cabelos castanhos ensebados, penteados para trás. Continuar lendo
Todos que conheci que me falaram sobre o livro “O Físico”, de Noah Gordon, recomendaram bastante que eu lesse essa obra. Ainda não li mas, dadas as recomendações, possivelmente vou gostar. Contudo, o que muitos não sabem é que fora feito um filme baseado na história do médico medieval. Invariavelmente o livro deve de ser melhor do que o filme. Continuar lendo
![WritersJourney3rddrop[1]](https://arteprogresso.wordpress.com/wp-content/uploads/2016/01/writersjourney3rddrop1.jpg?w=584)
O primeiro post você pode ler aqui.
“The Writer’s Journey” destaca na primeira parte os 8 arquétipos principais que compõe a jornada do heroi. Já a jornada possui doze etapas distintas. O interessante é que essas etapas, nem todas sempre presentes e bem definidas, são uma representação da própria vida humana. Em relação aos arquétipos, podemos dizer que somos heróis de nossas histórias, recorremos a mentores que nos ensinam e aliados que nos acompanham. Encontramos pessoas que não sabemos se são aliados ou inimigos (“shapeshifters”) e outras que proporcionam críticas bem-humoradas e as vezes nos dão um puxão de orelhas no sentido de mudar (“tricksters” e arautos). Enfrentamos pessoas, provas, desafios e contas a pargar (“threshold guardians” e sombras). Vogler aponta que as etapas da jornada do heroi são tambem etapas de ciclos que se repetem ao longo de nossas vidas. O autor afirma que a jornada não é uma fórmula, mas uma forma de contar histórias. Continuar lendo