Daddy, why did you jazz my fries

“Daddy, why did you jazz my fries” é um tributo a uma das mais melancólicas e mais soturnas músicas que eu já ouvi num desenho animado. Carregada de sentimentos pesados, a versão original é cantada pela personagem Marceline na série Adventure Time, sob o nome de “Daddy, why did you eat my fries”. Resolvi, ao aprender a tocá-la no piano, fazer uma versão um pouco mais jazz, mas sem impedir o blues de torná-la tão arrastada como os problemas de Marceline com o pai.

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E o que que a vida tem com isso?

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E se de repente eu perguntasse, sem avisar: “O que é vida?” O que você responderia?
A verdade é que não parece haver uma definição universal. Há uma convenção sobre o significado do termo. Pode ser o estado de quem está vivo, ou o período entre a concepção e a morte, ou mesmo um conjunto de relações físicas integradas. Para mim é difícil entender isso, mas estamos vivos e nem sabemos o que isso realmente significa! Claro que podemos ser práticos e dizer “mas estamos vivos, é isso que importa” e “vamos aproveitar e ter uma boa vida”. Isso, porém, não responde a questão, apenas a ignora. Continuar lendo

Mary Shelley’s Frankenstein (1994)

frankcapaHá algum tempo atrás publiquei aqui um post sobre o filme Frankenstein, de 1931. Nele falei que o enredo do clássico pouco tinha de semelhante com o livro homônimo que o inspirou. Há ainda um filme chamado Mary Shelley’s Frankenstein, de 1994. O longa-metragem de 1992 chamado Bram Stoker’s Dracula foi a melhor versão do Drácula que eu já havia visto. Esperava, então, que Mary Shelley’s Frankenstein fosse também uma ótima adaptação. Valeu a pena.

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Édipo Rei – Sófocles

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Édipo Rei, escrito por Sófocles por volta de 430 a.C., é um dos grandes exemplos das tragédias gregas. Nessa peça o autor narra a história de Édipo, que tenta fugir ao seu irremediável e sombrio destino. Continuar lendo

Feliz ano novo!

“Mais um ano acabou e outro está para começar.”

Este blog é sobre a arte aplicada a vida. É sobre todo tipo de expressão artística que se possa querer fazer. 2014 foi um ano com muita arte para nós, muita expressão e muitos sentimentos. Porque, afinal, a vida é feita desses pequenos momentos, imortalizados na forma de pinturas, músicas, desenhos, textos, opiniões, poemas, dentre outras maneiras.

Esperamos que em 2015 haja mais arte, mais vida, mais emoção. E mais tesouros enterrados no fundo da alma e que possam ser revelados da maneira mais pura e bela.

A passagem do tempo, em si, já é uma arte que nos permite viver e morrer. Adeus 2014, bem-vindo 2015.

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Meia-noite em Paris (2011)

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Junto com “Tudo pode dar certo”, “Meia-noite em Paris” é um dos filmes de Woody Allen que eu mais gosto. Já assisti diversas vezes e não me canso do enredo, das falas ou dos personagens. É uma obra simplesmente soberba, tanto no aspecto audiovisual como no roteiro e, apesar de lançada em 2011, acredito que permanecerá atual por várias décadas. Continuar lendo

Novo Tempo (take 2)

Novo Tempo foi uma das primeiras harmonias que eu fiz. Escrita a lápis junto com Melancolia (música que eu me nego a postar no site, mas a que eu mais gosto) em uma folha avulsa dentro da minha pasta de partituras.

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Piano Bar

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