
Mania de reclamação
Imagem
Resposta


Durante várias meias-horas eu fiquei pensando sobre este post. Afinal, se ele fosse o centésimo post, significaria que estaríamos comemorando os 99 anteriores. Mas se eu fizesse dele a 101ª postagem, então teríamos 101 posts no site. A matemática pareceu filosófica nesse momento e acabei decidindo pela segunda opção…

100-101 postagens!
Acho que falo em nome da equipe do Arte em Progresso quando digo que pretendemos fazer os próximos 100-101 posts ainda melhores. Nossos agradecimentos aos navegantes que, hora ou outra, aportam aqui no site para uma pequena fuga da realidade e para um mergulho na imaginação de quem só criou arte por criar.

Woody Allen é, para mim, um ótimo diretor e um grande roteirista. Embora alguns de seus filmes não acrescentem nada de novo, outros são simplesmente obras-primas. Tudo pode dar certo (Whatever works) é um de seus filmes mais introspectivos, sendo ao mesmo tempo uma comédia irônica sobre o cotidiano e um drama sobre a existência. Seguindo o padrão de diversos longa-metragens do diretor norte-americano, não deixa de falar de amor como a parte mais complicada e que mais é explorada. Continuar lendo

Lobo da Noite – Final
– Agora – disse a voz, parecendo não vir de nenhum lugar específico – eu terei a minha pelo meu trabalho. Sair do abrigo do lar, em companhia da lua e dos lobos que me deram nome, para ir buscar alguém capaz de me alimentar com a própria vida. Eu sou Lupuel, filho do lobo da noite. Continuar lendo


Sentado confortavelmente,
para o relógio eu tanto olhava.
Sonhara com teus beijos
Mas eu esperava…
O garçom já parecia impaciente.
Atendendo, de relance me fitava
“Você vai mesmo esperar?”
Mas eu esperava…
Eis então que vi, contente,
um vulto que surgia na porta,
olhando em volta sorridente.
Era quem eu esperava.
Com os olhos perguntei onde estava,
e os dela disseram “não importa”. Chegava.

Uma das mais referenciadas – e parodiadas – obras do cinema é o filme de 1931 intitulado “Frankenstein”. Produzido por Carl Laemmle Jr., o longa-metragem conta uma história totalmente diferente do livro, mas nem por isso pior (uma estranha e monstruosa exceção a regra). Continuar lendo
Depois de jogar um bocado dos Castlevanias de GameBoy Advance, resolvi jogar Symphony of the Night. A trilha sonora já foi alvo de um review meu para o site MeioOrc.com. Mas Wood Carving Partita destaca-se como uma peça tanto assustadora como revitalizante.

Flor de cerejeira
no sol claro da manhã
sente o suave vento.
