Nesse texto falei de várias coisas, e até agora não entendo nenhuma delas!
Segue o texto:
Novamente o amor toma conta de minha mente, tenho que sair disso, mas dessa vez não como o assunto principal, mas como um provocador de pensamentos, ao que me parece sou movido a amor, desde o último texto, uma coisa tem me ficado na cabeça, não devo parar minha vida pelo amor.
Apesar de ele ser um dos fatores que nos move, não deve ser considerado o principal. Temos outras coisas para nos incentivar, como nossos sonhos, os nossos instintos, desejos e etc… Não devemos ficar presos no amor, temos que nos libertar e viver nossas vidas de maneira independente ao amor, mas não viver sem ele (o que é praticamente impossível). Mas o que isso se relaciona com o título? Simples, o tempo, em toda a sua infinidade é o único que pode nos mostrar como conviver com o amor, sem se prender a este.
O tempo em toda a sua magnitude (quem sabe se elogiar, ele passe mais devagar) é o único que nos ensina como viver, o que cá entre nós é um pouco irônico, claro, podemos pegar alguns macetes com aqueles que já foram “ensinados”. E mesmo depois que todo o tempo tenha passado você não terá aprendido nem metade do que ele dispõe.
Mas quem sou eu pra falar de ensinamentos e tempo, mal comecei a viver, sou novo. Mas uma coisa que aprendi é que o tempo apesar de toda a sua magia e magnitude, pode sumir de uma hora pra outra, o nosso tempo pode simplesmente se esvair antes do programado. É aí que entramos em algo extremamente difícil de falar, o fim do tempo (morte).
Devemos aproveitar a nossa estada nesse plano, o máximo que pudermos, pois o nosso tempo aqui pode acabar abruptamente. Uma coisa que sempre me perturba quando penso em morte, é: Terei arrependimentos? Espero que a resposta seja não, pelo menos para as coisas mais importantes. Devemos nos liberar, até mesmo, das correntes do tempo, mesmo sendo algo magnífico, o tempo é também cruel, quando mais precisamos dele mais ele parece se escassear.
Por mais que queiramos, o tempo passa, e o que mais importa nisso é o que deixamos para os que ficam. Realmente devemos aproveitá-lo com sabedoria, pois ele é curto (sei que isso contradiz o título, mas eu vou explicar), porém o importante é: ele não para por nós e não devemos ficar lamentando o tempo perdido, devemos deixar nossa marca e “ir para o fundo do mar”.
Só podemos viver nossa vida, de um jeito: vivendo. Simplesmente não se explica, somente se sabe e ponto.