Quando vi o lançamento do jogo “The Witcher 3” fiquei bem interessado: um mundo aberto medieval, com bastante ação e características de RPG. Mas eu já sabia que não iria jogá-lo tão cedo: Eu tenho apenas um Super-Nintendo e meu computador não preenche os requisitos. Desisti, portanto, do jogo. Um tempo depois comecei a ver alguns vídeos sobre criaturas e eventos do jogo e, quando pesquisei mais a fundo, fiquei surpreso. O jogo era baseado em livros de um escritor polonês chamado Andrzej Sapkowski e, bom, livros não tem pré-requisito além de saber ler. Então procurei pelos livros e comecei a ler o primeiro, chamado “O Último Desejo”.
O livro apresenta uma série de contos, tendo como protagonista o bruxo Geralt de Rívia. É interessante que os contos são intercalados por trechos de uma história, chamada “A Voz da Razão”, cujo título só é explicado no final. Os demais contos são recordações lembradas por Geralt durante essa história. Continuar lendo
Filmes adaptando a história de jogos nunca foram muito aclamados. Em geral, a crítica não gosta enquanto os fãs ficam divididos entre os que gostaram e os que ficaram decepcionados. Sinceramente nunca tive tempo de jogar nenhum jogo da série Assassin’s Creed, embora tenha intenção de fazê-lo algum dia. No entanto, recebi com grande satisfação o anúncio do filme da franquia, gostei muito do trailer e aguardei ansiosamente o lançamento.
O Caminho do Poço das Lágrimas é um livro de André Vianco lançado em 2008. É um livro curto, com cerca de 200 páginas, mas com muito conteúdo. O livro conta a história de Jonas e seus dois filhos, Ingrid e Bosco, que acordam em uma floresta e devem seguir o caminho para o poço das lágrimas, onde está o carro deles. No meio do caminho eles encontrarão situações e personagens enigmáticos e, às vezes, quase oníricos. É como se muita maldade existisse naquele lugar, e a bondade que fosse capaz de equilibrar essa predominância dependesse apenas deles.
Suicide Squad é um filme de 2016 que trouxe uma perspectiva diferente sobre o atualmente incansável (mas ocasionalmente cansativo para mim) universo de heróis. Eu já falei aqui sobre o Batman vs Superman, que mostrou os heróis lutando uns contra os outros e depois contra todo mundo… Suicide Squad, no entanto, trás um bando de vilões, majoritariamente menos conhecidos e os coloca no primeiro plano da trama. Essa é uma mudança na arquitetura dos filmes de heróis bem interessante, talvez até aproveitando que Coringa tenha roubado a luz (ou as trevas) em The Dark Knight.
Warcraft foi para mim um grande marco no mundo dos jogos. Para mais novos do que eu e que nunca experimentaram a sensação de ir numa “lan-house”, com computadores mais caros do que seu pai poderia pagar, e dar uma nota preta para jogar por duas míseras horas um jogo cujo progresso sequer será salvo, eu sinto muito. Hoje essa realidade ainda acontece no interiorzão do Brasil, mas não estou aqui para falar disso. Lembrei que há muitos anos conheci numa dessas lan-houses, o jogo Warcraft III. Desde então, ouço promessas esporádicas sobre um filme que traria o mundo da franquia para o cinema. Eis que finalmente, após anos de espera, me sai o bendito filme.
Já escrevi aqui sobre Harry Potter, em uma grande mistura de comentários a cerca de diversos aspectos da série. Em 2016 foi lançada uma peça para teatro, escrita por Jack Thorne a partir de uma história da autora, J.K. Rowling, e de John Tiffany. Houve uma grande expectativa dos ingleses quanto à peça, que poderia ser assistida em Londres. Para nós, menos afortunados, o livro já foi suficiente para entrar em polvorosa. Mais uma vez, minha namorada aparece no mesmo texto em que falo sobre Harry Potter, pois foi ela que ganhou o livro, comprado por uma amiga dela na Grã-Bretanha, e me o emprestou.
Eu sinceramente nunca li nenhum dos contos ou livros sobre Conan, o Bárbaro. Tudo o que eu lembrava era de um filme muito datado dos anos 80 com Arnold Schwarzenegger, cheio de fumaça, névoa, teias de aranha e águas borbulhantes. Desse modo, não fiquei nem um pouco animado com o novo filme e achei que devia ser uma perda de tempo. Ao assistir, no entanto, percebi que não é exatamente um filme ruim, mas também não trás quase nada de novo ou fora do padrão.
Fazendo uma pesquisa para minhas próprias histórias, me deparei com a série Spook’s, de Joseph Delaney. Consegui o primeiro livro, traduzido como “As Aventuras do Caça-Feitiço: O Aprendiz”, e li em apenas quatro dias; vi o filme, cujo título é “O Sétimo Filho” e fiquei decepcionado. O livro, de 2004, conta a história de Tom Ward, 12 anos, sétimo filho de um casal de fazendeiros, e narra seu primeiro contato com o trabalho como “Spook”, traduzido (penso que por falta de opções melhores) como Mago.
Quero ser John Malkovich foi um dos filmes mais ousados e profundamente filosóficos que eu já assisti. O longa-metragem é de 1999 e trata de uma temática que vem sendo pensado e repensado na filosofia e, acredito, até na psicanálise.