
Assisti uma série de vídeos no canal do Café Filosófico CPFL no YouTube sobre os pecados capitais, sendo alguns deles apresentados por Leandro Karnal. Os 7 vídeos explicam cada um dos sete pecados capitais, sua história e sua ressignificação no mundo contemporâneo. Mas não bastava o material online, logo descobri um livro sobre o mesmo tema.
“Pecar e Perdoar: Deus e o homem na história” foi escrito por Leandro Karnal e lançado em 2014. A princípio pode parecer uma dissertação indiferente, do ponto de vista de um historiador ateu, sobre como perpetuamos os chamados pecados capitais na atualidade. Sobre como a religião nos impõe regras e nos faz sofrer, por exemplo. Levou algum tempo para eu perceber que projetava no autor a minha própria insatisfação com a religião, embora eu não seja ateu. Mas vamos ao livro. Karnal explica os pecados, um a um, ressaltando sua importância não apenas no cristianismo, mas também no judaísmo e no islamismo, contrastando inclusive a alguns conceitos de outras religiões.



O Mago e o Guerreiro é um livro digital, escrito pelo autor Diogo Ramos, na forma de dez contos. Eu não havia lido a sinopse e simplesmente baixei o livro na Amazon e fui ler. Praticamente uma cartilha, tem menos de 100 páginas e pode ser lido em pouco tempo. Os contos narram uma caravana, cruzando o deserto, em que um guerreiro, fascinado por contar histórias, conhece um mago versado na arte de escrever.
The Call of Cthulhu é um filme independente, mudo, em preto e branco, que eu estava guardando para assistir quando estivesse com vontade de ver filmes antigos. Mas algo nas datas mostradas na abertura me chamaram a atenção. O filme foi feito em 2005, embora seja incrivelmente semelhante às produções do início do século passado.
A Espada do Destino é a continuação que veio antes de O Último Desejo, de Andrzej Sapkowski. O livro segue o bruxo Geralt (de Rívia, mas que na realidade não nasceu em Rívia) em mais uma série de contos no mundo de The Witcher (que eu traduzo carinhosamente como “O Bruxoso”). Desta vez os contos são maiores do que no livro anterior.
Perdido em Marte é um filme de ficção científica de 2015, baseado no livro homônimo, mas que tenta ser menos ficção e mais científico. Numa linha semelhante a Interestellar, o longa metragem possui aquele enredo fantástico, mas que apela para artifícios científicos no intuito de mostrar-se plausível. E, para mim, leigo nessa loucuras, soou bastante plausível na maioria das vezes.
Doutor Estranho é mais um filme de super-heróis. Talvez eu esteja assistindo a filmes demais desse tipo mas, enfim… por ser um filme da Marvel e não ser uma sequência, eu já sabia que tinha grandes chances de ser bom. Mas os fatores que mais aumentaram minhas expectativas foram dois: primeiro, o elenco. O genial Benedict Cumberbatch, o não tão expressivo Mads Mikkelsen e a ambígua Tilda Swinton certamente não estariam juntos a toa. Em segundo lugar, a temática já não é mais sobre superpoderes, dinheiro ou tecnologia. O que confere o “super” aos heróis é uma transcendentalidade para outros mundos, além do visível ou da compreensão, escondido em frente aos olhos de todos. Essa mística pareceu inovar, trazendo uma conexão com o oriente, diferente da mística dos deuses nórdicos de Thor (que não tem muita mística, é basicamente descer a marreta).
Já falei aqui sobre outras animações japonesas e, praticamente sempre, elogiei a estética dos longa-metragens orientais. Com “O Jardim das Palavras” (originalmente “Koto no ha no niwa”) não poderia de jeito nenhum ser diferente. O curta de 2013 (relativamente curto, melhor dizendo) é um verdadeiro deslumbre de cores e movimentos, reflexo e refração, para os olhos.