Garden State é um filme de 2004, parcialmente uma comédia romântica, predominantemente um drama, com título traduzido para “Hora de Voltar”. O longa metragem conta com a história de um jovem ator que volta para sua terra natal quando sua mãe morre. Essa volta remexe muito no passado do personagem, trazendo a tona diversos traumas.
Continuar lendoGran Torino e o faroeste
Gran Torino é um filme norte-americano de 2008 que trata de racismo, preconceito e violência. O filme conta a história de um idoso veterano de guerra, recentemente viúvo, e que é tão tradicional quanto a bandeira dos EUA.
Continuar lendoEntre Rinhas de Cachorros e Porcos Abatidos – Ana Paula Maia
Entre Rinhas de Cachorros e Porcos Abatidos é um livro de Ana Paula Maia lançado em 2009 pela Record, mas publicado originalmente na internet desde 2006, com capítulos lançados aos poucos. O livro é um relato visceral dos mudos da sociedade, dos sofridos quase insensíveis, do brasileiro pobre que trabalha o máximo que pode para subsistir. Trata da violência que rodeia essas pessoas, do ambiente às margens da sociedade onde quase nada é perfumado e limpo.
Continuar lendoGodzilla, Kong e Lovecraft

Durante muitos anos o meu filme favorito foi o Godzilla de 1998. Não que isso seja algo do qual se orgulhar, não é exatamente uma obra prima, aclamada por muitos cineastas e extremamente influente. Só era um bom filme para mim e até hoje eu acho que consigo assistir e achar bom o suficiente. Mais recentemente assisti o reboot Godzilla de 2014, Kong: Skull Island de 2017 e Godzilla: King of the Monsters de 2019. Embora os filmes sejam excelentes em efeitos especiais, duas características me chamaram mais a atenção.
Continuar lendoThe Wind Rises e a Corrupção

The Wind Rises é uma animação lançada em 2013 e produzida pelo Studio Ghibli. Já há muito tempo que eu acompanho os filmes da chamada “Disney do Japão”, embora eu acredite que em muitos sentidos sejam diametralmente opostos.
Continuar lendoO Corcunda de Notre-Dame – Victor Hugo
Eu imaginava que a história d’O Corcunda de Notre-Dame, publicada por Victor Hugo em 1831, seria diferente de todas as referências que eu conhecia. No caso, apenas o filme da Walt Disney de 1996. E não me enganei pois foi muito diferente. A história realmente traz os mesmos personagens: Quasímodo, sineiro da catedral de Notre-Dame; Esmeralda, uma bela cigana que vive em Paris; Capitão Febo, membro do exército; Claudio Frollo, arcediago e pai adotivo de Quasímodo; Notre-Dame, a catedral que assiste e participa silenciosamente de tudo.
Continuar lendoDumbo e Freud

Nos últimos anos a Disney tem feito diversas adaptações de suas animações. Muitas vezes apenas refazendo a história com alguns acréscimos para valer a ida ao cinema, outras com mudanças drásticas e modificações da história inteira. Dumbo foi um dos mais mais recentes que eu assisti, lançado em 2019. Trazendo poucas referências ao original, o longa-metragem do elefante voador não foi muito bem recebido.
Continuar lendoCreed 2 e redenção

Já falei aqui no blog sobre Creed e a luta por legados. Alguns meses depois assisti Creed II, filme de 2018 que continua a história de Adonis Creed e seu treinador, Rocky Balboa. Dessa vez, a trama não trata de luta por um legado, mas uma espécie de revanche herdada. Em Rocky IV, Apollo Creed foi morto durante uma luta com Ivan Drago, o russo malvadão que depois seria derrotado por Rocky. Obviamente Rocky não o mataria, afinal ele é um “perfeito herói norte-americano”.
Continuar lendoContos – Afonso Arinos
Foi por acaso que me deparei com um livro de Afonso Arinos em uma livraria, convenientemente na seção de promoções. Reconheci na hora o nome, pois é o mesmo nome dado a uma praça em Belo Horizonte que ficava no quarteirão ao lado de onde morei.
Trata-se de uma edição muito bonita da Martins Fontes, com uma bela capa de vitral e três subtítulos: Pelo sertão, Histórias e paisagens, A rola encantada. São essas as três partes que compõe o livro.
Continuar lendoThe Thing: A coisa que talvez só quisesse ir para casa

The Thing é um filme de 1982 dirigido por John Carpenter e inspirado no livro “Who Goes There?” de John W. Campbell Jr. O longa metragem é hoje um clássico de ficção científica e horror, embora tenha sido considerado um filme ruim e um fracasso financeiro na época do lançamento. Hoje, entretanto, percebe-se em diversos outros filmes inspirações em The Thing. O interessante, para mim, é que o filme tem um vilão (a criatura) que pode não necessariamente ser alguém assim tão mal.
Continuar lendo




